Sexta Feira dia 06/11/2009
Odivelas Futebol Clube apresenta: Associação Escola de Fados Alverquense / Outros
início: 22 horas
10 Euros por pessoa
Faça a sua reserva (até 30/10/2009) no bar do Odivelas futebol clube: 910415072, 914527034
domingo, 25 de Outubro de 2009
terça-feira, 17 de Junho de 2008
Oitavo A em peso...

Os nossos melhores poetas…
A minha infância
Também eu, também eu
Brinquei quando era pequena
Quando pensava que trabalhar não valia a pena.
Depois tornei-me grande,
Tornei-me estudante
E continuo a achar o trabalho
Uma coisa secante
Mas nem tudo se foi:
Da minha infância
Ficou a minha infantilidade
E da qual ninguém sente saudade.
Vida!
Não me tires a minha infantilidade
da qual eu penso que ainda não passou
o prazo de validade.
Escreveu a Inês.
A imaginação
Também eu, também eu
Já fui adulto
No mundo da imaginação.
Depois voltei à realidade,
Tornei-me realista
E no futuro pensei ser futebolista
Mas nem tudo se foi:
Enquanto sou criança
Penso em estudar
Um bocadinho de futuro.
Futebol!
É o meu sonho!
Escreveu o Andy.
O Menino Grande
Também eu, também eu
Joguei à bola, fiz escorregas, tive playstation e legos.
Depois cresci,
Tornei-me do tamanho dos meus pais
As coisas que tinha perdi…
A minha playstation…
Mas nem tudo se foi:
Ficou a minha cara brincalhona
E ganhei outras coisas.
Vida!
Ralha também, ralha se eu te fizer maldades
Mas com vontade
Como se fosse o meu Pai.
Escreveu o Edir.
A Menina crescida
Também eu, também eu
Brinquei com bonecas, saltei à corda
Briguei por coisas parvas.
Depois cresci,
Tornei-me mais adulta
Sei resolver os meus problemas
Sem ser com pancada.
Mas nem tudo se foi:
Ainda salto à corda
E brigo por coisas parvas.
Vida!
Ensina-me, ensina-me mais
Para que saiba cada vez mais e mais.
Escreveu a Fatu.
O Grandalhão
Também eu, também eu
Joguei à bola, brinquei às escondidas
Brinquei à apanhada e aos berlindes.
Depois amadureci,
Tornei-me um homem sério
Muito sério e rico…
Mas nem tudo se foi:
Ficaram-me
As lembranças desses tempos
E a minha bondade.
Vida!
Não me tires este vida bela:
Família, amigos e os meus fãs.
A minha infância
Também eu, também eu
Brinquei quando era pequena
Quando pensava que trabalhar não valia a pena.
Depois tornei-me grande,
Tornei-me estudante
E continuo a achar o trabalho
Uma coisa secante
Mas nem tudo se foi:
Da minha infância
Ficou a minha infantilidade
E da qual ninguém sente saudade.
Vida!
Não me tires a minha infantilidade
da qual eu penso que ainda não passou
o prazo de validade.
Escreveu a Inês.
A imaginação
Também eu, também eu
Já fui adulto
No mundo da imaginação.
Depois voltei à realidade,
Tornei-me realista
E no futuro pensei ser futebolista
Mas nem tudo se foi:
Enquanto sou criança
Penso em estudar
Um bocadinho de futuro.
Futebol!
É o meu sonho!
Escreveu o Andy.
O Menino Grande
Também eu, também eu
Joguei à bola, fiz escorregas, tive playstation e legos.
Depois cresci,
Tornei-me do tamanho dos meus pais
As coisas que tinha perdi…
A minha playstation…
Mas nem tudo se foi:
Ficou a minha cara brincalhona
E ganhei outras coisas.
Vida!
Ralha também, ralha se eu te fizer maldades
Mas com vontade
Como se fosse o meu Pai.
Escreveu o Edir.
A Menina crescida
Também eu, também eu
Brinquei com bonecas, saltei à corda
Briguei por coisas parvas.
Depois cresci,
Tornei-me mais adulta
Sei resolver os meus problemas
Sem ser com pancada.
Mas nem tudo se foi:
Ainda salto à corda
E brigo por coisas parvas.
Vida!
Ensina-me, ensina-me mais
Para que saiba cada vez mais e mais.
Escreveu a Fatu.
O Grandalhão
Também eu, também eu
Joguei à bola, brinquei às escondidas
Brinquei à apanhada e aos berlindes.
Depois amadureci,
Tornei-me um homem sério
Muito sério e rico…
Mas nem tudo se foi:
Ficaram-me
As lembranças desses tempos
E a minha bondade.
Vida!
Não me tires este vida bela:
Família, amigos e os meus fãs.
Escreveu o Danilo.
A vida
Também eu, também eu
Chorei, brinquei com bonecas, brinquei com terra,
Andei desclaça, tive relógios e casinhas…
Depois desenvolvi-me,
Tornei-me esperta,
Compreendo melhor as coisas, conheci as dificuldades
Aprendi a ultrapassar os meus medos.
Mas nem tudo se foi:
Desses tempos fiquei com lembranças
Saudades, recordações
E orgulho, orgulho dos meus pais.
Vida!
Ensina-me tudo o que ainda não sei
Qual o melhor caminho a seguir
Tão naturalmente como vem o vento…
Escreveu a Nádia.
Quando querem, são óptimos!
A vida
Também eu, também eu
Chorei, brinquei com bonecas, brinquei com terra,
Andei desclaça, tive relógios e casinhas…
Depois desenvolvi-me,
Tornei-me esperta,
Compreendo melhor as coisas, conheci as dificuldades
Aprendi a ultrapassar os meus medos.
Mas nem tudo se foi:
Desses tempos fiquei com lembranças
Saudades, recordações
E orgulho, orgulho dos meus pais.
Vida!
Ensina-me tudo o que ainda não sei
Qual o melhor caminho a seguir
Tão naturalmente como vem o vento…
Escreveu a Nádia.
Quando querem, são óptimos!
quarta-feira, 14 de Maio de 2008
terça-feira, 13 de Maio de 2008
Os Direitos Inalienáveis do Leitor
- 0 direito de não ler
- o direito de saltar páginas
- 0 direito de não acabar um livro
- 0 direito de reler
- 0 direito de ler não importa o quê
- 0 direito de amar os "heróis" dos romances
- 0 direito de ler não importa onde
- 0 direito de saltar de livro em livro
- 0 direito de ler em voz alta
- 0 direito de não falar do que se leu
Como um Romance, Daniel Pennac
Inalienável significa que não se pode retirar. Sabias que os leitores também tinham direitos?Qual o direito de que mais gostas? Dá-nos a tua opinião.
Mostra de teatro das escolas da Amadora


Mensageira do Universo
Este é o título da peça, da autoria da professora Filomena Geraldes, com que a nossa escola participou mais uma vez na Mostra de Teatro acima referida, no dia 2 de Maio de 2008. Diz quem assistiu que o espectáculo foi excelente e ensinou a quem quis aprender a importância de cuidar do planeta em que vivemos. Parabéns às incansáveis professoras da Casa do Teatro, aos jovens actores e a todos quantos contribuiram para o sucesso da participação da escola.
Se gostas de teatro, dá uma espreitadela aos textos dramáticos que temos na nossa biblioteca. Já leste Leandro, Rei da Helíria?
Agora a palavra aos actores da Casa do Teatro:
Marco:
Fui figurante. O objectivo da peça era ensinar as pessoas a cuidar do Planeta. Para o ano gostaria de participar numa peça de comédia
João:
Fui o João e o Sol. Na Casa do Teatro aprendi que não devemos ser egoístas e a trabalhar em equipa. O objectivo da peça era espalhar a mensagem para um mundo melhor. No próximo ano gostava de participar numa peça musical.
Cheila:
Na Casa do Teatro, eu, Cheila, fui ver A Aventura de Ulisses e o Conto de Natal. Aprendi a ser responsável, a decorar textos, a divertir-me mais, a representar e a ser uma grande actriz
A minha personagem foi a Catarina na peça A Mensageira do Universo. A mensagem do texto tinha como objectivo dizer às pessoas que se preocupassem mais com o ambiente e os índices de poluição. Adorei o empenho dos meus colegas e principalmente das professoras a puxarem por nós. A minha personagem favorita foi a Romana porque foi a mais engraçada. Para o ano gostava de entrar numa peça em que as professoras entrassem e representassem connosco.
Ana Carolina:
Fiz de professora. No início estava um pouco nervosa. Para o ano gostava de participar numa peça sobre mistério ou mesmo aventuras… com enigmas! Gostei mais da Romana, que interpretou a Lua, por achar que ela fez bem o papel e soube representar.
Mafalda:
Neste clube aprendi a representar e a ser mais responsável. A minha personagem foi a Grande Nebulosa. O texto tinha como objectivo ter cuidado para não poluir a terra “porque ela é onde vivemos”.
Liliana:
A minha personagem foi a Sofia, que era muito burrinha. A mensagem da peça era: não devemos poluir o ambiente, é preciso reciclar! Aprendi a cantar, dançar e a representar. A professora Maria João ajudou-nos a ensaiar uma dança. Ensaiámos muitas vezes! A experiência foi inesquecível porque eu nunca tinha pisado um palco… Agora sei que para ser actriz é preciso ter força. No próximo ano gostava de participar numa peça. Ainda não sei bem sobre quê. Mas podia ser uma qualquer, porque as stôras têm bom gosto.
Ana Filipa:
Fui a Terra. Aprendi a organizar-me melhor. O objectivo da peça era para o mundo ser melhor porque há muita poluição. A experiência foi inesquecível porque foi a minha primeira vez.
Nadia:
Fui a Estrela Cadente Um. Aprendi a decorar os textos. As minhas intérpretes favoritas foram as estrelas, porque representaram todas bem e foi muito divertido.
Helder:
Fui aluno e quando eu falava os outros riam. Gostava de participar numa peça com um príncipe, criados e uma bruxa. Os meus preferidos foram a Terra constipada, os alunos e as estrelas.
Filipa Santos:
Aprendia a representar, decorar textos, dançar e dar sugestões. A minha personagem foi a Tessa, uma rapariga rebelde que já tinha chumbado de ano. A mensagem era para o nosso mundo ser um local aprazível, com menos poluição, onde devemos fazer a reciclagem de materiais. Adorei porque pisei um palco pela primeira vez e adorei a minha personagem.
No próximo ano gostava de participar numa peça sobre a natureza, para não matarem os animais e deles fazerem peles. A minha personagem preferida foi a Romana porque ela esteve muito maluca, era cómica e nunca se enganou.
Este é o título da peça, da autoria da professora Filomena Geraldes, com que a nossa escola participou mais uma vez na Mostra de Teatro acima referida, no dia 2 de Maio de 2008. Diz quem assistiu que o espectáculo foi excelente e ensinou a quem quis aprender a importância de cuidar do planeta em que vivemos. Parabéns às incansáveis professoras da Casa do Teatro, aos jovens actores e a todos quantos contribuiram para o sucesso da participação da escola.
Se gostas de teatro, dá uma espreitadela aos textos dramáticos que temos na nossa biblioteca. Já leste Leandro, Rei da Helíria?
Agora a palavra aos actores da Casa do Teatro:
Marco:
Fui figurante. O objectivo da peça era ensinar as pessoas a cuidar do Planeta. Para o ano gostaria de participar numa peça de comédia
João:
Fui o João e o Sol. Na Casa do Teatro aprendi que não devemos ser egoístas e a trabalhar em equipa. O objectivo da peça era espalhar a mensagem para um mundo melhor. No próximo ano gostava de participar numa peça musical.
Cheila:
Na Casa do Teatro, eu, Cheila, fui ver A Aventura de Ulisses e o Conto de Natal. Aprendi a ser responsável, a decorar textos, a divertir-me mais, a representar e a ser uma grande actriz
A minha personagem foi a Catarina na peça A Mensageira do Universo. A mensagem do texto tinha como objectivo dizer às pessoas que se preocupassem mais com o ambiente e os índices de poluição. Adorei o empenho dos meus colegas e principalmente das professoras a puxarem por nós. A minha personagem favorita foi a Romana porque foi a mais engraçada. Para o ano gostava de entrar numa peça em que as professoras entrassem e representassem connosco.
Ana Carolina:
Fiz de professora. No início estava um pouco nervosa. Para o ano gostava de participar numa peça sobre mistério ou mesmo aventuras… com enigmas! Gostei mais da Romana, que interpretou a Lua, por achar que ela fez bem o papel e soube representar.
Mafalda:
Neste clube aprendi a representar e a ser mais responsável. A minha personagem foi a Grande Nebulosa. O texto tinha como objectivo ter cuidado para não poluir a terra “porque ela é onde vivemos”.
Liliana:
A minha personagem foi a Sofia, que era muito burrinha. A mensagem da peça era: não devemos poluir o ambiente, é preciso reciclar! Aprendi a cantar, dançar e a representar. A professora Maria João ajudou-nos a ensaiar uma dança. Ensaiámos muitas vezes! A experiência foi inesquecível porque eu nunca tinha pisado um palco… Agora sei que para ser actriz é preciso ter força. No próximo ano gostava de participar numa peça. Ainda não sei bem sobre quê. Mas podia ser uma qualquer, porque as stôras têm bom gosto.
Ana Filipa:
Fui a Terra. Aprendi a organizar-me melhor. O objectivo da peça era para o mundo ser melhor porque há muita poluição. A experiência foi inesquecível porque foi a minha primeira vez.
Nadia:
Fui a Estrela Cadente Um. Aprendi a decorar os textos. As minhas intérpretes favoritas foram as estrelas, porque representaram todas bem e foi muito divertido.
Helder:
Fui aluno e quando eu falava os outros riam. Gostava de participar numa peça com um príncipe, criados e uma bruxa. Os meus preferidos foram a Terra constipada, os alunos e as estrelas.
Filipa Santos:
Aprendia a representar, decorar textos, dançar e dar sugestões. A minha personagem foi a Tessa, uma rapariga rebelde que já tinha chumbado de ano. A mensagem era para o nosso mundo ser um local aprazível, com menos poluição, onde devemos fazer a reciclagem de materiais. Adorei porque pisei um palco pela primeira vez e adorei a minha personagem.
No próximo ano gostava de participar numa peça sobre a natureza, para não matarem os animais e deles fazerem peles. A minha personagem preferida foi a Romana porque ela esteve muito maluca, era cómica e nunca se enganou.
O grafitti

“Muros brancos, povo mudo”
Perto de minha casa alguém, furtivamente durante a noite, tem por hábito deixar frases nos muros que pretendem pôr-nos a pensar!!! Louco, seguramente… ou para outros “um brincalhão” Não sei se ainda há alguém que usa o seu tempo a girar pela cidade atento a pormenores como as escritas sobre os muros. Sinceramente não sou grande fã desta forma de expressão, muito menos quando o que deixa é unicamente uma assinatura (chamam-lhes tags), um rabisco que ninguém entende e dificilmente se aprecia. Mas não há dúvida que outros, os verdadeiros graffiti, fazem-nos olhar com mais atenção para um muro que passaria despercebido de outra forma, falam-nos de uma cultura de rua suburbana, que não necessita de galerias nem museus para se exprimir, que revela outros talentos que a corrida diária tem dificuldade em descobrir.
A minha escola tinha um desses graffitis. Eu (pelos vistos erradamente) associava essa pintura à Escola Cardoso Lopes, talvez porque me lembro claramente de como surgiu a ideia, do apoio imediato do João Dinis para a iniciativa (como de resto em tudo o que dinamizasse positivamente a escola), dos imensos desenhos que recebemos até chegar ao símbolo final, da compra das tintas e do contacto com o artista que se prestou gratuitamente a tal tarefa, ficando com o restante das latas para futuras deambulações.
Perto de minha casa alguém, furtivamente durante a noite, tem por hábito deixar frases nos muros que pretendem pôr-nos a pensar!!! Louco, seguramente… ou para outros “um brincalhão” Não sei se ainda há alguém que usa o seu tempo a girar pela cidade atento a pormenores como as escritas sobre os muros. Sinceramente não sou grande fã desta forma de expressão, muito menos quando o que deixa é unicamente uma assinatura (chamam-lhes tags), um rabisco que ninguém entende e dificilmente se aprecia. Mas não há dúvida que outros, os verdadeiros graffiti, fazem-nos olhar com mais atenção para um muro que passaria despercebido de outra forma, falam-nos de uma cultura de rua suburbana, que não necessita de galerias nem museus para se exprimir, que revela outros talentos que a corrida diária tem dificuldade em descobrir.
A minha escola tinha um desses graffitis. Eu (pelos vistos erradamente) associava essa pintura à Escola Cardoso Lopes, talvez porque me lembro claramente de como surgiu a ideia, do apoio imediato do João Dinis para a iniciativa (como de resto em tudo o que dinamizasse positivamente a escola), dos imensos desenhos que recebemos até chegar ao símbolo final, da compra das tintas e do contacto com o artista que se prestou gratuitamente a tal tarefa, ficando com o restante das latas para futuras deambulações.
Honestamente, que me perdoem os alentejanos, gosto cada vez menos de muros brancos.
Sandra Oliveira
LER 1
URGENTEMENTE
É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
Eugénio de Andrade
É urgente o Amor,
É urgente um barco no mar.
É urgente destruir certas palavras
ódio, solidão e crueldade,
alguns lamentos,
muitas espadas.
É urgente inventar alegria,
multiplicar os beijos, as searas,
é urgente descobrir rosas e rios
e manhãs claras.
Cai o silêncio nos ombros,
e a luz impura até doer.
É urgente o amor,
É urgente permanecer.
Eugénio de Andrade
terça-feira, 29 de Abril de 2008
Na biblioteca gostaria de ...
Que novos livros gostarias de ter na biblioteca? Que filmes ou música gostarias de ver/ ouvir? Em breve vamos fazer novas aquisições e por isso gostaríamos de ir ao encontro das expectativas dos nossos utilizadores. Podem deixar as sugestões como comentário a esta mensagem ou, se preferirem, enviar um mail para bibliotecaclopes@gmail.com.
quarta-feira, 23 de Abril de 2008
Já somos uma biblogteca!
Bem-vindos ao blog da nossa biblioteca!
Escolhemos o Dia Mundial do Livro para lançar o nosso blog. Pretendemos unir o agrupamento em torno dos livros e da leitura, nos seus vários suportes, incentivando, sempre, o prazer incomparável de ler. Este espaço quer-se vivo e vivido e por isso todos os elementos da comunidade educativa estão desde já convidados a participar. Como? Podem participar na sondagem e no concurso, deixar um comentário ou sugestão no link Comentários ou ainda enviar um mail para bibliotecaclopes@gmail.com com um texto vosso, uma sugestão de leitura ou um poema para a secção "O poema da Semana" ou qualquer outro conteúdo que gostassem de ver publicado.
Quem ousa ser o primeiro?
Escolhemos o Dia Mundial do Livro para lançar o nosso blog. Pretendemos unir o agrupamento em torno dos livros e da leitura, nos seus vários suportes, incentivando, sempre, o prazer incomparável de ler. Este espaço quer-se vivo e vivido e por isso todos os elementos da comunidade educativa estão desde já convidados a participar. Como? Podem participar na sondagem e no concurso, deixar um comentário ou sugestão no link Comentários ou ainda enviar um mail para bibliotecaclopes@gmail.com com um texto vosso, uma sugestão de leitura ou um poema para a secção "O poema da Semana" ou qualquer outro conteúdo que gostassem de ver publicado.
Quem ousa ser o primeiro?
Ler
Ler sem medo ler com garra
Ler com gosto ler sem pressa
Ler sem compromisso
Ler com prazer
Ler para ser ler para crer
Ler para conhecer
Ler para ver
Ler para aproveitar
Ler para viajar
Ler para descobrir ler para sorrir
Ler para rir
Ler para amar
Ler para viver
Ler para reler
Ler para sempre
Sempre a ler
Ler com gosto ler sem pressa
Ler sem compromisso
Ler com prazer
Ler para ser ler para crer
Ler para conhecer
Ler para ver
Ler para aproveitar
Ler para viajar
Ler para descobrir ler para sorrir
Ler para rir
Ler para amar
Ler para viver
Ler para reler
Ler para sempre
Sempre a ler
Subscrever:
Mensagens (Atom)